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Mamanguape: Professor Tarcisio acusa Orlando Lopes de ‘falsificação de Ata’

Paraíba 11/06/2013 às 23:00


Depois das polêmicas geradas em torno das declarações do Presidente do Sindicato dos Servidores Público Municipal de Mamanguape, Orlando Lopes e, as acusações do Presidente da Federação dos Servidores em Serviço Público do Estado Paraíba, o senhor Fernando Borges, agora foi a vez do professor Tarcisio ‘abrir fogo’ contra o representante da entidade sindical mamanguapense, acusando-o de falsificar uma ‘ATA’ de ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA do SISERMAN.


Segundo o professor Tarcisio, a ATA datada do dia 19 de novembro de 2010, que trás decisão de prorrogação de mandato em favor de Orlando Lopes, ‘foi forjada’, denunciou durante entrevista a Rádio Correio do Vale na última sexta-feira.
 

O professor afirmou que, a Assembleia foi convocada com o objetivo de tratar da realização de novas eleições e outros pontos, porém, no momento da reunião, o senhor João Evangelista, associado do sindicato, teria supostamente se levantado e pedido a prorrogação do mandato de Orlando para mais 6 meses, de janeiro de 2011 até junho de 2011, o que salienta que, o mesmo associado citado na ATA, nega ter participado de reunião, nem ter pedido a palavra e nem muito menos assinado ATA em concordância com a Assembleia citada.
 

(ATA da ASSEMBLEIA solicitando a prorrogação do mandato por mais 6 meses)

(Declaração do senhor João Evangelista negando pedido de prorrogação do mandato de Orlando Lopes)

 

O presidente da FESPEM-PB, (Federação dos Servidores Públicos Municipais da Paraíba) Francisco de Assis, que esteve acompanhando Tarcisio em visita aos estúdios da Correio, complementou e chegou a comparar Orlando com o ditador Fidel Castro, sendo que, com uma diferença, o político cubano convoca um plebiscito para que o povo o reconduza ao poder e, Orlando Lopes comete o erro de forjar ATA para se perpetuar a frente do Sindicato.


 

Ele avaliou ainda a atuação do sindicalista a frente do SINSERMAN; para Francisco, o presidente tem prejudicado as classes dos servidores municipais, a partir do momento que leva para o campo político e pessoal, sua indiferenças com o prefeito Eduardo Carneiro de Brito, ele completou dizendo que, os professores e as demais classes ‘abrissem a cabeça’ com relação a Orlando, que não tem tido credibilidade para reunir o grupo do magistério para debater melhorias salariais e tem sido intransigente quando a questão é dialogar com o chefe do executivo municipal.



PBVale/Por Felipe França

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